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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

HUMANIDADE



 Vida que a gente ama e faz outros viverem.
Trabalho que a gente faz outros compartilhar.
Amor que a gente sente e que outros não sentem.
Sentimentos diversos na mente de cada um.
Na fantasia constante da vida uns choram outros riem.
Na progressão crescente de viver bem ou mal.
A vida passa no olhar alegre da criança.
Passa devagar no olhar cansado do idoso.
Para de viver quando não queremos e quando queremos.
O sonho e a realidade confunde-se no complexo ser chamado Humano.
Gente que a gente convive:
Alguns acumulam fortunas
Outros reservam o saber
Muitos se preocupam com a sorte
Poucos sabem viver.
E assim a vida continua na alegria e na tristeza.



Álvaro B. Marques.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

GRITO ABAFADO - MENSAGEM




GRITO ABAFADO – MENSAGEM



Dentro de você há uma voz no silêncio abafado, esperando a hora de gritar. Pode pra fora a arte que tem dentro de você e verás outra dimensão de viver.
Libertar o que temos dentro de nós, requer em alguns casos, abnegações em padrões familiares e sociais. Muitas vezes nós só revelamos em determinados momentos de alegria ou tristeza, vingança e ódio, violência, dor e contemplação no amor. O ser humano é complexo, mas a maioria busca sempre o melhor pra si mesmo. No entanto, em meios de tantas dificuldades existem pessoas que amam e sofrem por outros que nem conhecem.
Suas qualidades seus familiares e amigos sabem o que eles ignoram é o que tem dentro de você. Seu caráter e o modo de ser simples, é visível, é único. Nós nunca vamos mudar os nossos reais sentimentos, mas podemos substituir o comportamento e padrões éticos para sentir o novo viver. Não se deixar levar por ser difícil e não aceite temores, liberte desse e mais aquele para acrescentar mais acertos. Faltam-lhe motivações em companhia. Seu futuro está na sua vontade de vencer. Pense, analise e escreva na página em branco da sua vida. Você é que faz a sua História.




Álvaro B. Marques.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

MINHAS MENSAGENS - 4

MINHAS MENSAGENS – 4


A Fé vem da humildade e ser humilde é aceitar o princípio de todas as virtudes. Cultivar a simplicidade é sentir a Bondade que Jesus Cristo deixou para a humanidade.

Sinta a Fé, é a porta se abrindo é a esperança entrando é a Luz brilhando no espírito.

Ao fazer questionamento sobre ser feliz, deparei com perguntas sem respostas, sobraram essas: A felicidade depende de cada um de nós sabermos conduzir a vida e ter a mente livre de regras e conceitos básicos. A vida seria melhor sem o infortúnio. É complexo a vida humana. É difícil para muitos e raros são os eleitos da felicidade, quando aparece é igual à Primavera, dura pouco sobra lembranças.

Se formos crente a Deus devemos ter fé como princípio de esperança no nosso objetivo. A confiança em si mesma favorece para a realização do desejado.

O tempo brincou com o meu coração, mostrou-me vários sentimentos com nenhum eu amei o quanto eu amo hoje você.

Não te vejo... Nunca mais te quero vê. E passo os dias pensando na forma de te querer.

É bom se lamentar e não saber que um dia vai parar o seu viver.

Atingir uma idade com conformação da vida em que nada mais justifica o erro do absurdo e o acerto do intolerável. Não penso que o futuro me reserva. Peço a Deus misericórdia e mais humildade para saber corrigir meus erros e não julgar com tanta severidade o proceder das outras pessoas.

Temos em dar mais amor sem demonstrar piedade, principalmente para o doente não sentir humilhado. Amor não é caridade, é sentimento nobre acompanhado de todos os anseios de bondade.
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UMA PEQUENA HISTÓRIA
Escrevi um poema teatral cujo titulo é DANÇA e enviei para um amigo virtual, para que ele fizesse o comentário. Não houve resposta e nem mais se comunicou comigo. Compreendi, que o motivo do silêncio foi a desaprovação do texto enviado. Ele muito crente no seu espiritismo, não aceita que outro irmão espírita faça uso de palavras obsceno. Lamento a perda dessa pessoa, pós a sua espiritualidade é nobre e faz das suas palavras esteira de esperança espiritual. Devolvi seu silêncio com as minhas palavras que foram essas:
O poema "Dança" não quer dizer que o autor é devasso. O escritor pode escrever o profano e o religioso, sem ter esses sentimentos. Ele cria a personalidade, isso não afirma que ele é falso, enganador. A mente reserva fantasias e constrói para a realidade. O escritor é uma pessoa comum sujeito a todas as mazelas da humanidade. Suas palavras escritas poderão transformar o homem em santo ou demônio, depende como é interpretado. A santidade de pensamento não está no homem comum. Eu me considero uma pessoa comum com erros e acertos. Porém, há momentos de reflexões que purificam os pensamentos negativos. Faço o que a minha mente ordena com equílibrio na determinação. Vivo bem, sem revolta e sem ares de dor.
O autor.

...Eu vivo melhor sem exigir das pessoas a quem eu faço sem medir o merecer.

A morte não deixa aviso, mas o dinheiro do morto tem sempre um destinatário.

A boa amizade é como o carinho e a atenção, revela a união espiritual e nada provoca a dissolução quando é verdadeira.



Álvaro B. Marques

domingo, 19 de maio de 2013

A HISTÓRIA DOS ÍNDIOS QUIZANGA E TORORÓ




  PREFÁCIO



Essa história é um romance passado no Brasil Colonial. Centradas em dois personagens de índios de tribos rivais. Mas carregam entre si o ódio e as guerras herdadas dos seus ancestrais, desde quando se conheceram como vizinhos da mesma terra. São parentes em consangüineo. Cada tribo se acha melhor que a outra principalmente em adestramentos em guerras. São selvagens e extremamente violentos alguns devoram os inimigos mortos. Não aceitam estranhos em suas terras; cada pedaço de chão roubado, cada animal caçado em suas terras, eram atos de guerras por muitas luas. Para eles a guerra só termina quando o inimigo desaparece de sua região. São comportamentos passados por várias gerações, com esses sentimentos de vingança fazem guerras sucessivas. Até que vão deparar com o romance de Quizanga e Tororó, dois jovens unidos pelo amor e afastados por ódios rivais.
Nesta época, o Brasil era povoado pelos índios em mais de 5.000.000,00 de almas em catequização por jesuítas que tão bem souberam compreendê-los, colocando nos corações dos silvícolas o amor entre as pessoas que podem transformar os sentimentos mais rudes em delicados atos de vida.
 Leia a historia abaixo e dê as sua opinião.

Na vasta floresta da Bahia, habitava nas margens dos rios e praias várias tribos indígenas, cada uma vivendo na sua região e sempre havia lutas (guerras) entre  as tribos mais selvagens. As mais selvagens se destacavam por números de guerras que foram os Tupinambás e os Botocudos, donos de muitas léguas de terras um dos motivos de tantas brigas. Entre uma dessas brigas, nasceram Quizanga da tribo Botocudo e Tororó da tribo Tupinambá essa uma das tribos mais selvagem depois dos Pataxós.
Quizanga cresceu rápido, junto com seus dois irmãos. Corriam livres e alegres nas matas. Conheciam já nas poucas idades o manejo do arco e flecha, instrumentos de caça e pesca. Seus irmãos chamados de Cató e Timbé eram menores de idade e tamanho do que Quizanga, mas não era por isso que deixaram de serem espertos e controladores dos passos da irmã.


Aos 14 anos, Quizanga foi designada  pelo Cacique Arouca, seu pai, a ser mulher do índio Bocaxá, guerreiro, rapaz com seus 18 anos, forte e valente. Só que Quizanga não gostava do pretendente e não houve namoro. O que o chefe Cacique ordenava era feito sem perguntas e todos aceitavam. Ela foi prometida para se unir no ritual indígena quando aparecesse a terceira lua cheia do ano. E assim, o tempo foi passando.
Uma bela manhã, Quizanga se afasta da tribo e atravessa a nado o rio Poti do outro lado, já cansada, deita no tronco de uma raiz de Jatobá, árvore colossal e dorme. Entre os galhos de folhas estão dois olhos a contemplar a beleza da índia. Neste exato momento, uma cobra, ele vê, estar passando no corpo da adormecida. Ele mais que depressa, levanta o arco e a flecha e acerta na cabeça da sucuri a cobra mais venenosa. Ela acorda com o susto e vê a cobra ao seu lado morta com a seta presa. Mas a ave guará companheira da índia da o seu grito avisando-a da presença do estranho rosto que apareceu na mata. Surpresa, ela diz: Quem é você? E ele responde: “ Sou Tororó, nada vou fazer, só estou olhando” em língua Tupy. Quizanga era muito formosa, tinha os cabelos negros, sua pele morena trigueira, seu porte era mais alto de todas as índias da sua tribo. Seu corpo era belo, seu cheiro era mais forte do que o jasmim. Encantou os olhos e bateu mais acelerado o coração de Tororó, que nada falou, só fez dizer frases no dialeto Tupy; “Você é bela como a Jatí, é muito” revelando a sua origem Tupynambá. Ao ouvir o tom da voz, ela recuou pra traz e segurou firme o tacape. Compreendeu ser ele o inimigo Tupynambá. Deu volta no corpo e correu para dentro da mata. Ele em pé, só olhou a fuga. Em poucos passos  ela encontra seus irmãos e seguem de volta para a aldeia. Mas na cabeça de Quizanga tinha a imagem bem nítida do jovem Tororó e a cobra morta por ele. Porém, nada ela revelou com seus irmãos.
Os dias passaram e sempre seu pensamento estava lá na mata fechada, vendo o índio. Com poucas e fervorosas lembranças a jovem alegre ficou triste e não queria mais pescar ou caçar com seus irmãos. No riacho perto da aldeia, ela lava as vasilhas de barro e olha para o espelho d’agua e vê o seu rosto junto do rosto do índio Tororó, ela toma susto e volta o olhar para a mata próxima procurando vê o que queria ver. Um zumbido igual a uma flecha no ar e crava-se no tronco da árvore mais próxima. Presa, está uma pena de Tucano, símbolo dos Tupynambás. Era ele, estava perto, queria vê-lo e ouvir a tua voz. Ele aproximou dela e abraçou a índia, ela aceitou o gesto e fica feliz. Tororó fala que é filho do Cacique Taioca, inimigo dos Botocudos, mas ele não tinha como inimigo depois que conheceu a índia. Ela também falou da sua origem e os dois se olharam por muito tempo. Ela descobriu nele, preso nas orelhas, ossos de paca, em cima, negros cabelos curtos, rosto redondo, olhos alongados muito vivos e brilhantes. Avental de penas de várias aves coloridas, anéis de couro de tatú. Forte, alto e muito belo. Os dois formavam um belíssimo casal de índios brasileiros.
Conversaram muito em suas línguas Tupy. E assim o tempo voa, e já estava desaparecendo o sol quando ela diz: “ Que não pode ficar com ele, já é comprometida e vai si unir na lua cheia próxima”. Em tempo, aparecem os dois irmãos de Quizanga e eles lançam flechas no chão perto deles, o casal olham para o lado que veio às flechas e vê os dois índios já com outras flechas na mira em suas direções. Ela dá gritos para os irmãos e eles chamam o seu nome, pedem para acompanhá-los e ela obedece. Tororó fica parado, sem ação e faz gesto de reter os braços da índia, com medo de perdê-la. Ela puxa o braço e corre como uma gazela, muito veloz. Os irmãos a seguem.
Tororó fica triste, sem ânimo, pensa em ir buscar a índia na aldeia e fugir por entre às matas, subir nas montanhas, cortar vales e atravessar rios. Seus pensamentos se estendem até a sua morte que já prever se caso não tê-la. Sua tristeza é tanta que esquece da fome, dos pais, dos amigos, das caças que tanto gosta.
Certa noite, lua cheia, ele pega poucas coisas, coloca dentro de uma sacola de couro, junto com alimentos; farinha e carnes secas de animais. Vai a beira do rio, ajeita uma canoa e segue rio abaixo, sem destino.
Ela do outro lado, bem longe, olha o céu e vê a lua cheia e pensa na união com o índio da sua tribo daqui a três dias e começa a chorar. Corre, é alta noite, vai de encontro ao rio, pega uma canoa e rema sem destino. Já no leito do rio, na sua frente a claridade da lua reflete nas águas negras, formando um tapete brilhante no meio da canoa à zanzar. Quizanga pensa profundamente em ir até a aldeia dos Tupynambás para ver o índio Tororó. Rema com todas as suas forças até que a lua não mais clareia o rio. Só ouve chiadas de animais e o chocalhar das águas do movimento do remo. Assim percorre alguns quilômetros quando vê vários archotes de luzes a clarear o rio. Prever o indesejável, índios Tupynambás. De repente, surge ao seu lado, outra canoa, em pé está o índio Tororó remando para se aproximar dela, às canoas de ambos se batem e ele pula para a canoa de Quizanga. Abraços e gestos de carinhos um passando o nariz sobre o outro nariz é uma forma mútua de prazer e alegria. Neste exato momento, surgem de um lado os índios Botocudos e do outro os índios Tupynambás. Com seus arcos e flechas direcionados a eles. Zumbidos de flechas ouvem, com dores no corpo, às setas transpassa, os corpos caem no rio, sem vida. Os gritos ecoam no leito do rio negro tingido de sangue dos jovens apaixonados.
As tribos choram e lamentam as perdas de seus filhos diletos. Cada chefe Cacique recolhe no rio os corpos queridos e seguem cada um para as suas aldeias. Os choros e os gritos se ouvem ao longe. Levam três dias os funerais, nas aldeias são referenciados nas tradições indígenas. Os corpos são preparados e mumificados com músicas e cantos fúnebres. Depois das festas eles depositam os cadáveres nas urnas cerâmicas para os enterramentos. É ritual sagrado e obrigatório, ainda mais em se tratando de pessoas queridas que deram provas de amor sincero, sem fronteira ou quanto é caso de ato de bravura. E tem mais, Quizanga e Tororó são motivos para a união das tribos  terem paz.
Eles vivem até hoje nas lembranças dos índios brasileiros. Nas noites enluaradas os navegantes do rio, ouvem seus choros e os gritos dos dois apaixonados, no local que eles morreram.



Autor:
Álvaro B. Marques
SSA, 10.08.2010.



NOTE BEM: Está é uma história fictício com bases reais.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

FRASES QUE NÃO SE APAGAM



“Livros...livros a mão cheia!.. E manda o povo pensar” (Castro Alves)
“Não se luta só para vencer, luta-se também para perder. E as vezes é mais nobre perder do que vencer”. (palavras de Ruy Barbosa, aos 70 anos de idade.)
“O interesse golpeia amizades e acaricia inimigo.”
“Beija-se hoje quem ontem se cuspia.” (palavras do padre Luiz Gonzaga Mariz em seu livro: “Entre Guerras” – 1949).
“Que tristeza não paga dívida e o que é bom tocam a todos.” (dito popular).
“Aliás, no fundo de todas as mentiras, conforme sentença a filosofia popular, há sempre o seu quanto de verdade.” – (dito popular)
“Vida é evolução e a perfeição só é alcançada através de um processo de eliminação, gradual de imperfeição”. (Carlos Ott. Do livro: “O folclore Bahiano”)
“ O homem só se lembra de apreciar ou venerar o que lhe falta.” ( Carlos Ott do livro: Folclore Bahiano.)
“Dinheiro de pobre não pára, nem rende”. (dito popular)
“Toda fruta tem o seu bicho: o da mulher é o homem.” ( dito popular)
“Brinca com quem não conheces, verás o que te acontece...” (dito popular).
“Mal de muitos, consolo é”. ( dito popular).
“ Quando a mão suprema do destino escreve qualquer sentença, no seu livro de infortúnios, é inútil o esforço humano, no sentido de conte-la. O sol não dispõe de luz suficiente para clarear o desvão de uma alma em trevas...” (sabedoria popular).
“As lágrimas são o mais vivo do sentimento, porque são os destilados da dor; são os mais encarecidos dos louvores, porque é o preço da estimação; são os mais afetivos da consolação, porque representa o alívio da natureza.” ( saber popular).
“Quem duvida perde a vida, come casca de ferida.” (dito popular).
“Ela passou por aqui, toda por favor me olhe”.
“ Os dizeres em uma placa de inauguração de duas escolas, em 11 de agosto de 1924 no passeio público em Salvador. “Aqui há mundos luminosos. Que a mão por mais pequena alcança”. De fato, ali a instrução do ensino, formará na mocidade de amanhã o caráter, e a Pátria, terá filhos dignos, continuadores das suas glórias e do seu passado.”
( Frases extraídas do livro: “Bahia Cívica e Religiosa” autor: Silo Boccanera Jr.)
“ Casamento e jantar não se deixam esfriar.”
“Não se regozije com o mal que lhe possa suceder. Nós não sabemos o que o dia de amanhã nos reserva.” (dito popular).
“Este complicado ser humano apresenta as vezes formas tais de sentir, revela-se tão apaixonado e indolente, tão desapiedado e incoerente, que se chega a duvidar sejam os germes da bondade e da justiça partes integrantes de sua alma.”
“Os preconceitos foram criados pelo homem para despistar seus erros.”
“A história alicerçada em conclusões falsas, não é história, especialmente quando escrita de má fé.”
“Não, o teatro não deve ser escola de depravações e mau gosto. O teatro tem um fim moralizador e literário, é um verdadeiro apostolado do belo.” (Frases de Manoel Antonio Álvares de Azevedo no seu livro:”Através do Teatro Brasileiro.” Rio, 1907 pág. 24.)
Na seqüência, citamos também Francisco Correia Vasques – Teatrólogo e ator cômico, considerado o primeiro do Brasil – vê livro “Evolução do Teatro” Lisboa,1909 pág.411.
Mais adiante cita o autor Eduardo de Noronha no livro “ O ator Vasquez – “O homem e a Obra” de Procópio Ferreira – 1939 SP.
 “Em  certos sentimentos, o amor é o primeiro degrau do heroísmo, em outros, a última razão do crime.”
“Quem é que hoje dá esmola com a mão direita sem que o saiba a esquerda.”
“A miséria do corpo não se cura com a miséria da alma! (Frases da sátira “Os miseráveis” autor: Agrário de Menezes.”
Quadrinhas ditas e reditas por muitas gerações:
“O anel que tu me deste                  
Era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou”
Ladainha que as solteironas faziam a Santo Antonio (o santo casamenteiro)
“Santo Antonio, Santo Antonio,                             “Lá vem a lua saindo cor de prata
Não deixe o verão passar,                                         Não é lua, não é nada.
Santo Antonio, daí-me um noivo                              É os olhos de Esmeralda
Para comigo casar.                                                     Pedindo a Santo Antonio
Ou mais tarde ou mais cedo,                                      Um marido casar.”
Santo Antonio há de me ajudar.”
As Ladainhas foram extraídas do livro: “ Casos e Coisas da Bahia”. Autor: Antonio Vianna.)
Trabalho de pesquisa – Álvaro B. Marque

segunda-feira, 15 de abril de 2013

MINHAS MENSAGENS - 2



MINHAS MENSAGENS – 2

Faça brilhar a sua estrela
Por vezes, para alcançar o sucesso depende de uma pessoa ou de vários caminhos a serem percorridos. Mesmo com a fé e determinação a Estrela não brilha no momento certo. Mas o determinado vai a luta e encontra outra estrada em que a sua estrela vai brilhar com mais esplendor. Pense nisso e faça a sua Estrela brilhar.
Sabiá – O canto do sabiá, principalmente o Sabiá-una é uma espécie de cantor que deixa no ar uma agradável melodia, mas ninguém sabe compor a letra nem mesmo os mais afinados músicos. Diz um velho músico: “A música do sabiá diz muito no seu cantar; é alegre na primavera, é triste no inverno, é doce no verão, é saudosa no outono.” Com muita simplicidade a natureza mostra toda a sua pujança mesmo assim, o homem não entendeu o propósito de viver amando-a e preservando. Continua a persistência no egoísmo da corrida desenfreado da industrialização de produtos que agridem certas formas de vidas orgânicas que compõe o ecossistema. Elevando o ar a  poluição saindo das chaminés das fábricas com graves conseqüências para o homem e o seu meio ambiente. A ornitologia está ameaçada de extinção e o Sabiá cada vez mais longe  do ser humano.
A boa amizade não está no interesse mas sim, nos sentimentos.
Reflexões Espíritas
No meu pensar espírita a Reencarnação se realiza não tão logo após o desligamento do corpo físico. Passará por um processo de avaliação e depois dessa filtragem o livre-arbítrio vai escolher a nova vida. Logo a seguir a memória se apaga não tanto para uns que em determinados momentos de vida são revelados fatos e coisas de vivência do passado como se fosse um filme. Mas essa visão não é privilégio, é uma carga de energia vinda do seu pré-agônico que será novamente esquecido. (as palavras vêem da memória).
O Poeta
Sou poeta sem carteira.
Sou poeta a vida inteira
Faço versos
Faço trovas
E lamento na porteira.

É bom que saiba: Escrevo o que a minha mente produz na certeza de ser compreendido por alguém.

Sua existência só depende de você saber viver.

Não peço a Deus o que me falta, mas rogo a Deus que jamais eu possa esquecê-lo.

Recado: Os meus 69 anos não foram com os pés na cabeça (69 pés com cabeça). Vivenciei o que a nova geração não viu e participei o que você não participou. Senti e ainda passo por processo de aprendizado na terceira idade. E percorro por novo estágio de purificação para quando chegar na hora da morte não ter que pedir perdão. Espero ir leve, sem mágoa, sem dor.

Os jovens de hoje praticam mais esportes e menos cultura.

A angústia  segue no silêncio o que o corpo não demonstra ter.
Define o corpo o que a mente não aceita.

A santidade de pensamentos não está no homem comum. Eu considero ser um homem comum com erros e acertos. Porém, há momentos de reflexões que purifica os pensamentos negativos.
A mente reserva fantasias e cria-se o que se vê, o escritor passa para o papel, o artista para a pintura, o músico para a voz e assim acontece com todas as artes criativas. É um dom que nasceu e morrera com o homem. O escritor pode escrever o profano e o religioso no seu livro, isso não quer dizer que ele é falso, enganoso. Depende da interpretação do leitor. Ele é uma pessoa comum sujeito a todas ás mazelas da humanidade. Mas a palavra pode transforma o homem em santo ou demônio.

Sempre houve e sempre existirão enganadores com suas práticas diversas. Aquele que ama a verdade vai lamentar a convivência que teve. A verdade quando se expressa dói em quem diz a mentira.

O homem de terno e gravata é mais aceito na sociedade do que aquele que se veste com roupas simples. A beleza e a frase de efeito deslumbra mas não seduz a todos.

Nossas Leis têm brechas que permitem outras interpretações que podem favorecer ao condenado. Neste caso a jurisprudência é revista.

Sou contra a qualquer rinha de animais. Eles já têm seus instintos violentos naturais e o homem faz da violência dos animais uma diversão bárbara para quem se diz civilizado torna-se mais violento do que o próprio animal. O animal apesar de ser irracional está ganhando mais atenção do que o homem. Principalmente no sentimento amor ao próximo.

Feliz daquele que crer em Deus.
Não podemos obter plenamente a Felicidade nesta vida, nunca estamos satisfeito com nós mesmo. O viver é uma conseqüência de tudo que é vida. É obrigação  via Natureza e ao homem acompanha o espírito para cada um a sua orientação. No percurso da vida cada um tem a sua história.

O doente tem que se ajudar na cura através da Prece ele pode receber os fluídos benéficos. Não precisa saber Orar, basta concentrar seu pensamento que seja com Fé e a força leva a canalizar na doença. Confiar na medicina é fundamental juntamente com a Fé em Deus é possível haver cura mesmo na falta de esclarecimento nesta junção. A Fé transporta a Luz no bálsamo da energia da cura.

O espiritismo é Doutrina para o conhecimento humano desenvolver a sua espiritualidade.

O casamento é uma exigência social, instituída pela Igreja Católica e introduzida em várias religiões. O que me faz crer como espírita é a reparação ou a continuidade da união em vidas passadas. O amor repara todos os erros passados, o sexo é a diferença do homem e da mulher na procriação do ser.



Álvaro B. Marques.