“Livros...livros
a mão cheia!.. E manda o povo pensar” (Castro Alves)
“Não se luta só
para vencer, luta-se também para perder. E as vezes é mais nobre perder do que
vencer”. (palavras de Ruy Barbosa, aos 70 anos de idade.)
“O interesse
golpeia amizades e acaricia inimigo.”
“Beija-se hoje
quem ontem se cuspia.” (palavras do padre Luiz Gonzaga Mariz em seu livro:
“Entre Guerras” – 1949).
“Que tristeza
não paga dívida e o que é bom tocam a todos.” (dito popular).
“Aliás, no fundo
de todas as mentiras, conforme sentença a filosofia popular, há sempre o seu
quanto de verdade.” – (dito popular)
“Vida é evolução
e a perfeição só é alcançada através de um processo de eliminação, gradual de
imperfeição”. (Carlos Ott. Do livro: “O folclore Bahiano”)
“ O homem só se
lembra de apreciar ou venerar o que lhe falta.” ( Carlos Ott do livro: Folclore
Bahiano.)
“Dinheiro de
pobre não pára, nem rende”. (dito popular)
“Toda fruta tem
o seu bicho: o da mulher é o homem.” ( dito popular)
“Brinca com quem
não conheces, verás o que te acontece...” (dito popular).
“Mal de muitos,
consolo é”. ( dito popular).
“ Quando a mão
suprema do destino escreve qualquer sentença, no seu livro de infortúnios, é
inútil o esforço humano, no sentido de conte-la. O sol não dispõe de luz
suficiente para clarear o desvão de uma alma em trevas...” (sabedoria popular).
“As lágrimas são
o mais vivo do sentimento, porque são os destilados da dor; são os mais
encarecidos dos louvores, porque é o preço da estimação; são os mais afetivos
da consolação, porque representa o alívio da natureza.” ( saber popular).
“Quem duvida
perde a vida, come casca de ferida.” (dito popular).
“Ela passou por
aqui, toda por favor me olhe”.
“ Os dizeres em
uma placa de inauguração de duas escolas, em 11 de agosto de 1924 no passeio
público em Salvador. “Aqui há mundos luminosos. Que a mão por mais pequena
alcança”. De fato, ali a instrução do ensino, formará na mocidade de amanhã o
caráter, e a Pátria, terá filhos dignos, continuadores das suas glórias e do
seu passado.”
( Frases
extraídas do livro: “Bahia Cívica e Religiosa” autor: Silo Boccanera Jr.)
“ Casamento e
jantar não se deixam esfriar.”
“Não se regozije
com o mal que lhe possa suceder. Nós não sabemos o que o dia de amanhã nos
reserva.” (dito popular).
“Este complicado
ser humano apresenta as vezes formas tais de sentir, revela-se tão apaixonado e
indolente, tão desapiedado e incoerente, que se chega a duvidar sejam os germes
da bondade e da justiça partes integrantes de sua alma.”
“Os preconceitos
foram criados pelo homem para despistar seus erros.”
“A história
alicerçada em conclusões falsas, não é história, especialmente quando escrita
de má fé.”
“Não, o teatro
não deve ser escola de depravações e mau gosto. O teatro tem um fim moralizador
e literário, é um verdadeiro apostolado do belo.” (Frases de Manoel Antonio
Álvares de Azevedo no seu livro:”Através do Teatro Brasileiro.” Rio, 1907 pág.
24.)
Na seqüência,
citamos também Francisco Correia Vasques – Teatrólogo e ator cômico,
considerado o primeiro do Brasil – vê livro “Evolução do Teatro” Lisboa,1909
pág.411.
Mais adiante
cita o autor Eduardo de Noronha no livro “ O ator Vasquez – “O homem e a Obra”
de Procópio Ferreira – 1939 SP.
“Em
certos sentimentos, o amor é o primeiro degrau do heroísmo, em outros, a
última razão do crime.”
“Quem é que hoje
dá esmola com a mão direita sem que o saiba a esquerda.”
“A miséria do
corpo não se cura com a miséria da alma! (Frases da sátira “Os miseráveis”
autor: Agrário de Menezes.”
Quadrinhas ditas e reditas por muitas
gerações:
“O anel que tu
me deste
Era vidro e se
quebrou
O amor que tu me
tinhas
Era pouco e se
acabou”
Ladainha que as solteironas faziam a Santo
Antonio (o santo casamenteiro)
“Santo Antonio,
Santo Antonio, “Lá vem a lua saindo cor de
prata
Não deixe o
verão passar, Não é
lua, não é nada.
Santo Antonio,
daí-me um noivo
É os olhos de Esmeralda
Para comigo
casar. Pedindo
a Santo Antonio
Ou mais tarde ou
mais cedo,
Um marido casar.”
Santo Antonio há
de me ajudar.”
As Ladainhas
foram extraídas do livro: “ Casos e Coisas da Bahia”. Autor: Antonio Vianna.)
Trabalho de pesquisa – Álvaro B. Marque