Luzes, cores, vozes, tudo isso se confunde na mente doentia
que não consegue saber a realidade de tudo em sua volta. As palavras são
pronunciadas com voz em sussurros. Ouvem-se depois gritos de agonia no êxtase
brutal de gestos. Parada súbito como se fosse querer coordenar os movimentos.
Olhar fixo, como se tivesse encontrado a razão do silêncio. Nada é realidade
para quem está assistindo a cena na sala de paredes alvas como tudo em que
compõe. Só o contraste de o roupão azul no vestir da doente jovem, cabelos
longos e soltos. Não mostrando a fisionomia triste e rígida de uma beleza quase
angelical. Seu nome não sabe dizer e não importa sabermos. Somente o estudo do
comportamento humano serve de registro como milhares de outros piores e mais agressivos.
Até quando a nossa ignorância pode entender a mente humana, os passos da
psicanálise até agora ainda é muito tímido em relação a Sigmund Freud
(1856-1939) a exploração do subconsciente ainda é uma caixa de surpresa.
“O psicofísico aquele que estuda o espírito e a matéria, já
desenvolveu bastante, surgiram ideias e conceitos importantes e foram criando
métodos de mensuração para os campos da ciência, tão diversas como cartografia,
ergonomia, criminologia, e educação física. Encontram-se também aplicada em
avaliação de comida e bebidas, desenvolvimento de perfume, avaliação de dor e
diagnóstico médico. É um campo amplo e não houve pretensão de esgotá-lo.”(Blog-
PERCEPTO- Google) Acredito que seja uma parte da psicologia aplicada.
Por outro lado. Vemos o estudo do espírito-matéria como uma
transição do desenvolvimento do homem na espiritualidade. É uma Doutrina
filosófica que tem por base a existência de Deus e da alma. Outro assunto que
merece mais estudos. Abordarei em breve.
Álvaro B. Marques