Passo a idéia do
“Feliz Natal” que não fique somente no dia de Natal que se estenda nos dias
vindouros. Que seja com a família completa ou incompleta. Mas que seja o melhor
dos sentimentos. O dia de Natal foi criado pelo homem católico, motivado pela
religião católica para seus fiéis amar e adorar Jesus Cristo ao nascer. Fizeram
crer, mas o comércio popularizou com muita festa, mesa farta e presentes.
Permanece o clima cristão e diminuiu muito a crendice. A minoria faz festança e
a maioria não tem como festejar. Natal para mim é todos os dias. Não precisa
ser com mesa farta nem troca de presentes. Belo exemplo de quem nasceu na
manjedoura, segundo dizem. Na minha concepção, criaram um mito e perderam a
razão. Não é festa, não é tristeza, não é comemoração. É meditação de amor para
a humildade em servir com caridade aqueles que mais precisam.
Os escribas escreveram
elevados sentimentos humanos para o homem viver sem rosto, sem nome. Criaram
regras de viver melhor. Sem ódio, sem guerras. Ao passar dos séculos a ambição
cresceu no homem e deturparam o que tinha escrito. As guerras sucederam em nome
do certo e do errado. As páginas não foram escritas no papel naquela época. Mas
a pedra teve formas para escrever palavras o que muitos não sabiam. E o couro
foi utilizado para a escrita, fácil para transportar em viajem o que antes era
pesado com as pedras. Chegou a era Cristã e novos caminhos o homem trilhou na
busca do desconhecido. E alguém surgiu, teve voz para dizer o que muitos
queriam ouvir, Esperança, Fé, Humildade e Caridade, foi o lema desta voz. Amar
sem limitação. Muitos não acreditaram e poucos aceitaram como religião. E os
séculos foram mostrando outras novas religiões para o homem acreditar no viver
melhor. Estamos ainda neste caminho.
Feliz Natal é com
meditação, palavras e gestos.
FELIZ NATAL.
Álvaro B. Marques.
24.12.2015.