Pesquisar este blog

domingo, 24 de abril de 2016

RESUMO HISTÓRICO DO TEATRO E FATOS MARCANTES




TEATRO -  Casa ou lugar destinado a representação de obras dramática, óperas ou outros espetáculos públicos.
Antes de Cristo:
534 – Tespís apresenta a primeira tragédia ática.
465 – Decorações cênicas de Agatarco para os dramas de Ésquilo.
330 – Conclusão do Teatro de Dionísio em  Atenas por Licurgo.
200 – Teatro (recitativos e silhuetas) nas cavernas indús.
 55 – O primeiro Teatro de pedra em Roma.
Depois de Cristo:

900- Primeiras dramas litúrgicas na França (Lamoges) e Alemanha (StªGallen).
Século XII – Primeiro drama em língua popular (Adam, na França).
1244- Primeira representação pública do drama sacro em Pádua.
1380 – Fundação da Confrérie de la Passion, na França para representação de drama sacro.
1430- Primeiros atores profissionais na Inglaterra.
1470- Estreia de Maitre Pathelin, drama cômico de Moliére.
1471- Revivem em Roma os dramas clássicos.
1477- Primeira censura teatral; ordem do parlamento francês.
1500- Conjuntos de atores a serviço dos nobres ingleses.
1502- Estreia dramática de Gil Vicente, fundador do Teatro português.
1505 – Inicio da pintura cênica em perspectiva.
1517- Primeira farsa carnavalesca de Hans Sacha na Alemanha.
1519- Primeira referência a um pano de boca em Roma.
1520- Primeiros programas teatrais impressos na cidade de Rostock.
1529- Primeiros papéis femininos no grupo de Ruzzante em Ferrara.
1540- Início dos primeiros grupos teatrais organizados com representações diárias.
1549- Fundação do 1º teatro fixo em Roma.
1550- Estudantes portugueses representam-se um drama latino em Coimbra, Portugal.
1550/61 – A apresentação “Os Mestres-cantores” de Hans Sachs em Nuerenberg.
1576- Construção do 1º teatro público em Londres.
1580 – Primeiras representações regulares no Japão.
1584 – Conclusão do teatro olímpio de Vicenza, joia de decoração cênica maciça.
1599- Inauguração da Globe Theatre, em Londres (o teatro de Shakespeare).
1620- Invenção dos bastidores por Aleotti.
1620/80- Florescimento máximo de teatro Jesuítico, especial em Viena.
1624 – O Japão proíbe a exibição de atrizes.
1634 – Estreia dos “Jogos da Paixão” de Oberammergau.
1636 – Estreia do “CID” de Corneille.
1642/60 – O Governo puritano da Inglaterra proíbe qualquer representações teatrais.
1658 – Moliére surge em Paris com seu grupo de atores.
1665 – O grupo de Moliére é nomeado “Trupe du roi”.
1669 -  A Grande Ópera francesa recebe privilégio real.
1672 – Primeiro teatro na corte de Moscou.
1680 – Fundação da “Comédia Française”.
1703 – Esteia dos primeiros comediantes americanos.
1732 – Inauguração do Covent Garden Theatre de Londres.
1742 – Inauguração da Casa da Ópera em Berlim.
1748 – Inauguração da Casa da Ópera de Bayreuth.
1750 – Primeiro teatro público na Rússia.
1752 – Inicio das Primeiras representações regulares nas Américas.
1773 – O ator Macklin faz o 1º papel de Macheth em costume escocês.
1774 – O Goetz de Goethe é encenado com costume históricos.
1776 – Fundação do teatro Nacional de Viena (Burgtheater).
1778 – Inauguração do Scala de Milão.
1791 – Talma faz em Paris o papel de Tito sem peruca.
1793 – Fundação da Nova Arcádia em Portugal.
1801 – Em São Petersburgo-Rússia é organizado o 1º ballet.
1812 – No dia 13 de Maio foi inaugurado o teatro São João na Bahia e destruído em 1922.
1820 – Organizado em Paris a Assurance des succés dramatiques (claque organizada).
1827 – Estreia no Rio de Janeiro  João Caetano dos Santos, fundador da primeira companhia brasileira de teatro.
1836 – Criação da Inspeção Geral dos teatros portugueses.
1838- Inauguração do teatro Nacional de Lisboa com um drama de Garret.
1870 – Carlos Gomes, estreia o Guarani no Scala de Milão.
1882 – Inauguração do Teatro Politeama e demolido no termino da década do século XX na Bahia.
1882 – Inauguração de Iluminação elétrica da Grande Ópera de Paris.
1889 – Romain Rolland expõe suas idéias reformista no Teatro do Povo.
1892 – Grande exposição internacional de música e Teatro em Viena.
1892 – Eleanore Duse, inaugura em Viena o estilo dos modernos papéis femininos.
1896 – Primeiro palco giratório em Munich.
1925 – Teatro d’Arte, sob Pirandello em Roma.


Fonte extraído em pesquisa e Enciclopédia Brasileira.


Álvaro B. Marques.
SSA,22.04.2016.







GRANDES OBRAS ÉPICAS - II


A epopéia:
Ramaíana e Malbarata, na Índia, autor: Krishna Dypayana Vyasa, dois maiores épicos clássicos, não há data certa da sua publicação.
A Ilíada e a Odisseia, na Grécia, autor: Homero (Homero) século VII a.C.
A Eneida do autor: Virgílio (Pubilius Virgilius Maro em Roma – século 1 a.C.
A Jerusalém Libertada, na Itália, autor: Torquato Tasso, século XVI – 1580.
A Divina Comédia, em Tasso na Itália, autor: Dante Alighieri, iniciou a escrever por volta de 1307 até 1321.
O Paraiso Perdido do autor: João Milton(John) publicou em 1667 na Inglaterra.
A Messíada do autor: Friedrich Gottlieb Klopstock. Levou 20 anos para ser concluída a Obra de 1748 até a768 na Alemanha.
A Araucana do autor: Alonso de Ercilla y Zuniga. Levou de 1569, 1578 e 1589 para publicar na Espanha.
Os Lusíadas do autor: Luis Vaz de Camões, concluída em 1556 e publicou em 1572, Portugal.
O Caramurú do autor: Frei José de Santa Rita Durão, publicou em 1781. História épica indígena do Brasil Colonial.
O Uruguai do autor: José Basílio da Gama, escrito e publicado em 1769.
Obs: Entretanto, somente três são verdadeiramente históricas:
Ramaíana, Ilíada e a Divina Comédia.

Abaixo estão as Obra onde se encontra simbolizadas as idades religiosas na história.
O Ideal do Oriente = Ramaíana – Panteísmo.
A Ilíada, o clássico – Paganísmo.
A Divina Comédia – Cristianismo.
Fonte: Livro “Programa de Vernáculo” – autor: Estevão Cruz.
Cyrano de Bergerac (peça de teatro) escrito em 1897 por Edmond Rostand – baseado na vida de Hector Savinien de Cyrano de Bergerac. Romance Francês.
Leon Nikolaievitch Tolstoi o grande mestre da literatura russa do século 19. Escreveu “Guerra e Paz” em 1865 e levou 7 anos para aprontar a obra. Considerada a maior obra literária do mundo juntamente com outra obra sua “Anna Karenina” escrita em 1869. Um de suas frases: “É lamentável os danos que uma sociedade materialista causa à pureza humana.”
FAUSTO – Personagem alemã da Idade Média, cujo nome foi objeto de várias lendas e obras literárias europeias. Há fundadas razões para se admitir a existência histórica do Doctor Faustus, homem dado a prática da mágia e célebre charlatão, que granjeou grande fama na Europa, especialmente na Alemanha no século XV ou XVI. As numerosas lendas anônimas que se atribuem ao nome foram coligadas e publicadas por Johann Spiess (Frankfurt, 1587, História von Dr. Johann Faust). Livro que posteriormente sofreu toda a sorte de reedição, traduções e adaptações. Das versões
 mais famosas são dignas de menção as de C. Marlowe – (1604), F.Klinger – (1791),     N.Leou – (1859) e A. Boito-(1866). Johann Wolfgana von Goethe – (1749-1832).
A obra máxima é incontestavelmente o Faust, de Goethe – longo drama versificado de duas partes, iniciada em 1778 e só terminada em 1832, poucos dias antes da morte do maior escritor germânico. O tema central do trabalho de Goethe: “Fausto em sua ânsia incontida por algo que o satisfaça plenamente, resolve fazer um pacto com o demônio Mefistófeles. Vende-lhe a alma, recebendo em troca o poder do milagre e a intuição das ciências ocultas. Assim armada, Fausto saí em busca da satisfação que procura em todas as escalas possíveis do prazer intelectual e material. Estipulava o pacto que Mefistófeles se apossaria da alma de Fausto no momento preciso em que este encontrasse a plenitude da satisfação. Chegado, enfim, o momento supremo, intervém Deus em favor de Fausto, “ pois merecer ser redimido quem sempre se esforçou por aperfeiçoar-se”.
Está obra é depois da Divina Comédia de Dante Alighieri, como o poema mais grandioso de todos os tempos.
Transcrito.



Álvaro B. Marques