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domingo, 24 de abril de 2016

GRANDES OBRAS ÉPICAS - II


A epopéia:
Ramaíana e Malbarata, na Índia, autor: Krishna Dypayana Vyasa, dois maiores épicos clássicos, não há data certa da sua publicação.
A Ilíada e a Odisseia, na Grécia, autor: Homero (Homero) século VII a.C.
A Eneida do autor: Virgílio (Pubilius Virgilius Maro em Roma – século 1 a.C.
A Jerusalém Libertada, na Itália, autor: Torquato Tasso, século XVI – 1580.
A Divina Comédia, em Tasso na Itália, autor: Dante Alighieri, iniciou a escrever por volta de 1307 até 1321.
O Paraiso Perdido do autor: João Milton(John) publicou em 1667 na Inglaterra.
A Messíada do autor: Friedrich Gottlieb Klopstock. Levou 20 anos para ser concluída a Obra de 1748 até a768 na Alemanha.
A Araucana do autor: Alonso de Ercilla y Zuniga. Levou de 1569, 1578 e 1589 para publicar na Espanha.
Os Lusíadas do autor: Luis Vaz de Camões, concluída em 1556 e publicou em 1572, Portugal.
O Caramurú do autor: Frei José de Santa Rita Durão, publicou em 1781. História épica indígena do Brasil Colonial.
O Uruguai do autor: José Basílio da Gama, escrito e publicado em 1769.
Obs: Entretanto, somente três são verdadeiramente históricas:
Ramaíana, Ilíada e a Divina Comédia.

Abaixo estão as Obra onde se encontra simbolizadas as idades religiosas na história.
O Ideal do Oriente = Ramaíana – Panteísmo.
A Ilíada, o clássico – Paganísmo.
A Divina Comédia – Cristianismo.
Fonte: Livro “Programa de Vernáculo” – autor: Estevão Cruz.
Cyrano de Bergerac (peça de teatro) escrito em 1897 por Edmond Rostand – baseado na vida de Hector Savinien de Cyrano de Bergerac. Romance Francês.
Leon Nikolaievitch Tolstoi o grande mestre da literatura russa do século 19. Escreveu “Guerra e Paz” em 1865 e levou 7 anos para aprontar a obra. Considerada a maior obra literária do mundo juntamente com outra obra sua “Anna Karenina” escrita em 1869. Um de suas frases: “É lamentável os danos que uma sociedade materialista causa à pureza humana.”
FAUSTO – Personagem alemã da Idade Média, cujo nome foi objeto de várias lendas e obras literárias europeias. Há fundadas razões para se admitir a existência histórica do Doctor Faustus, homem dado a prática da mágia e célebre charlatão, que granjeou grande fama na Europa, especialmente na Alemanha no século XV ou XVI. As numerosas lendas anônimas que se atribuem ao nome foram coligadas e publicadas por Johann Spiess (Frankfurt, 1587, História von Dr. Johann Faust). Livro que posteriormente sofreu toda a sorte de reedição, traduções e adaptações. Das versões
 mais famosas são dignas de menção as de C. Marlowe – (1604), F.Klinger – (1791),     N.Leou – (1859) e A. Boito-(1866). Johann Wolfgana von Goethe – (1749-1832).
A obra máxima é incontestavelmente o Faust, de Goethe – longo drama versificado de duas partes, iniciada em 1778 e só terminada em 1832, poucos dias antes da morte do maior escritor germânico. O tema central do trabalho de Goethe: “Fausto em sua ânsia incontida por algo que o satisfaça plenamente, resolve fazer um pacto com o demônio Mefistófeles. Vende-lhe a alma, recebendo em troca o poder do milagre e a intuição das ciências ocultas. Assim armada, Fausto saí em busca da satisfação que procura em todas as escalas possíveis do prazer intelectual e material. Estipulava o pacto que Mefistófeles se apossaria da alma de Fausto no momento preciso em que este encontrasse a plenitude da satisfação. Chegado, enfim, o momento supremo, intervém Deus em favor de Fausto, “ pois merecer ser redimido quem sempre se esforçou por aperfeiçoar-se”.
Está obra é depois da Divina Comédia de Dante Alighieri, como o poema mais grandioso de todos os tempos.
Transcrito.



Álvaro B. Marques

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