A epopéia:
Ramaíana e
Malbarata, na Índia, autor: Krishna Dypayana Vyasa, dois maiores épicos
clássicos, não há data certa da sua publicação.
A Ilíada e a
Odisseia, na Grécia, autor: Homero (Homero) século VII a.C.
A Eneida do autor: Virgílio
(Pubilius Virgilius Maro em Roma – século 1 a.C.
A Jerusalém
Libertada, na Itália, autor: Torquato Tasso, século XVI – 1580.
A Divina Comédia, em
Tasso na Itália, autor: Dante Alighieri, iniciou a escrever por volta de 1307
até 1321.
O Paraiso Perdido do
autor: João Milton(John) publicou em 1667 na Inglaterra.
A Messíada do autor:
Friedrich Gottlieb Klopstock. Levou 20 anos para ser concluída a Obra de 1748
até a768 na Alemanha.
A Araucana do autor:
Alonso de Ercilla y Zuniga. Levou de 1569, 1578 e 1589 para publicar na
Espanha.
Os Lusíadas do
autor: Luis Vaz de Camões, concluída em 1556 e publicou em 1572, Portugal.
O Caramurú do autor:
Frei José de Santa Rita Durão, publicou em 1781. História épica indígena do
Brasil Colonial.
O Uruguai do autor: José Basílio da Gama, escrito e publicado
em 1769.
Obs: Entretanto, somente três são verdadeiramente
históricas:
Ramaíana, Ilíada e a
Divina Comédia.
Abaixo estão as Obra onde se encontra simbolizadas as
idades religiosas na história.
O Ideal do Oriente =
Ramaíana – Panteísmo.
A Ilíada, o clássico
– Paganísmo.
A Divina Comédia –
Cristianismo.
Fonte: Livro “Programa de Vernáculo” – autor: Estevão Cruz.
Cyrano de Bergerac (peça de teatro) escrito em 1897 por
Edmond Rostand – baseado na vida de Hector Savinien de Cyrano de Bergerac.
Romance Francês.
Leon Nikolaievitch
Tolstoi o grande
mestre da literatura russa do século 19. Escreveu “Guerra e Paz” em 1865 e
levou 7 anos para aprontar a obra. Considerada a maior obra literária do mundo
juntamente com outra obra sua “Anna Karenina” escrita em 1869. Um de suas
frases: “É lamentável os danos que uma sociedade materialista causa à pureza
humana.”
FAUSTO – Personagem alemã da Idade Média,
cujo nome foi objeto de várias lendas e obras literárias europeias. Há fundadas
razões para se admitir a existência histórica do Doctor Faustus, homem dado a
prática da mágia e célebre charlatão, que granjeou grande fama na Europa,
especialmente na Alemanha no século XV ou XVI. As numerosas lendas anônimas que
se atribuem ao nome foram coligadas e publicadas por Johann Spiess (Frankfurt,
1587, História von Dr. Johann Faust). Livro que posteriormente sofreu toda a
sorte de reedição, traduções e adaptações. Das versões
mais famosas são dignas de menção as de C. Marlowe – (1604), F.Klinger
– (1791), N.Leou – (1859) e A.
Boito-(1866). Johann Wolfgana von Goethe – (1749-1832).
A obra máxima é incontestavelmente o Faust, de Goethe – longo
drama versificado de duas partes, iniciada em 1778 e só terminada em 1832,
poucos dias antes da morte do maior escritor germânico. O tema central do
trabalho de Goethe: “Fausto em sua ânsia incontida por algo que o satisfaça
plenamente, resolve fazer um pacto com o demônio Mefistófeles. Vende-lhe a
alma, recebendo em troca o poder do milagre e a intuição das ciências ocultas.
Assim armada, Fausto saí em busca da satisfação que procura em todas as escalas
possíveis do prazer intelectual e material. Estipulava o pacto que Mefistófeles
se apossaria da alma de Fausto no momento preciso em que este encontrasse a
plenitude da satisfação. Chegado, enfim, o momento supremo, intervém Deus em
favor de Fausto, “ pois merecer ser redimido quem sempre se esforçou por
aperfeiçoar-se”.
Está obra é depois da Divina Comédia de Dante Alighieri, como
o poema mais grandioso de todos os tempos.
Transcrito.
Álvaro B. Marques
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